Compare SAC e PRICE, simule amortizações extras e veja quanto antes você pode quitar o imóvel dos sonhos.
VERSÃO 1.0
BRL · pt-BR
● tempo real
Panorama da operação
SAC contra PRICE
SAC
PRICE
Total pago · SAC
—
—
Total pago · PRICE
—
—
Tempo real · SAC
—
—
Tempo real · PRICE
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—
A diferença entre sistemas
—
—
Primeira parcela
SAC—
PRICE—
PRICE começa mais leve, SAC cai com o tempo.
Última parcela
SAC—
PRICE—
No PRICE a parcela é constante ao longo de todo o contrato.
Lente do valor presente
O custo do dinheiro no tempo.
O total nominal trata um real hoje como um real daqui a 30 anos. Descontando cada fluxo à sua taxa de oportunidade 13%, o custo real de cada sistema é outro.
VP do custo total · SAC
—
— acima do valor do imóvel
VP do custo total · PRICE
—
— acima do valor do imóvel
Veredito em VP
—
—
—
⟁Axioma: quando a taxa de desconto iguala a taxa do financiamento, ambos os sistemas têm VP idêntico ao valor do imóvel. O banco precifica SAC e PRICE para serem "justos" à sua taxa.
Renda recomendada do casal
Considerando que a parcela represente no máximo 30% da renda bruta mensal.
Para o sistema SAC
—
Parcela inicial: —
Para o sistema PRICE
—
Parcela fixa: —
⚡ Impacto das amortizações extras
Tempo poupado · SAC
—
Juros economizados · SAC
—
Tempo poupado · PRICE
—
Juros economizados · PRICE
—
Figura 01
Saldo devedor ao longo do tempo
↘
SAC
PRICE
Figura 02
Evolução da parcela mensal
◷
SAC
PRICE
Figura 03
Principal contra juros
₪
Valor financiado
Juros pagos
Nota de rodapé
Como interpretar os sistemas.
SAC · Amortização constante
A parcela começa mais alta e decresce mês a mês. A amortização é constante; o juro cai junto com o saldo devedor. Na maioria dos cenários resulta em menos juros totais.
PRICE · Parcela fixa
A parcela permanece igual do início ao fim. Nos primeiros anos a maior parte é juro, e a amortização cresce ao longo do tempo. Facilita o planejamento, mas costuma custar mais caro ao final.
Ano
Parcela SAC
Saldo SAC
Parcela PRICE
Saldo PRICE
A pergunta que importa
Comprar ou alugar?
Comprar
Alugar & investir
Em ambos os cenários, o desembolso mensal é igual. No cenário "alugar", a entrada e qualquer diferença mensal positiva são investidas à sua taxa de oportunidade. Ao final do horizonte, comparamos o patrimônio líquido.
Veredito · ano 10
—
—
—
Cenário Comprar
Patrimônio—
Saldo devedor—
Líquido—
Imóvel valorizado − dívida restante.
Cenário Alugar
Carteira final—
Aluguel pago—
Líquido—
Investimento acumulado, líquido de aluguéis.
Custo mensal · Comprar (ano 1)
—
—
Custo mensal · Alugar (ano 1)
—
—
Imóvel valorizado · ano 10
—
—
Aluguel mensal · ano 10
—
—
Figura A
Patrimônio líquido ao longo do tempo
⬈
Comprar (líquido)
Alugar & investir
Break-even
Figura B
Custo mensal — comprar vs alugar
≡
Comprar (parcela + custos)
Aluguel reajustado
Figura C
Decomposição do patrimônio · Comprar
▦
Imóvel valorizado
Saldo devedor (−)
Notas metodológicas
Como o modelo pensa.
Cenário Comprar
Desembolso inicial = entrada + custo de aquisição (ITBI, escritura). Mensalmente: parcela do financiamento (SAC ou PRICE da aba 1) + IPTU + condomínio + manutenção (% do valor atualizado do imóvel). Patrimônio líquido = valor do imóvel × valorização acumulada − saldo devedor.
Cenário Alugar & investir
O aporte inicial (igual à entrada + custos de aquisição) entra em uma carteira que rende à taxa de desconto da §04. A cada mês, se comprar custaria mais que alugar, a diferença é investida; se alugar custar mais, a diferença é retirada da carteira. Patrimônio líquido = saldo da carteira ao final do horizonte.
Hipóteses simplificadoras
O modelo ignora impostos sobre rendimentos e ganho de capital, vacâncias do aluguel, mudanças e custos de transação na venda do imóvel. Use as estimativas como ordem de grandeza, não como projeção contábil.